Na era da informação em que vivemos, nos mantermos "atualizados" nunca foi tão fácil, não é mesmo? Porém, é preciso ter muita atenção. Vide casos globais de informações falsas, concomitantemente, também estamos vivendo uma era de "desinformação".  

Neste sentido, visando manter-se atualizado (com critério) para o vestibular, é preciso saber bem os canais utilizados para coletar informações sobre os principais acontecimentos do Brasil contemporâneo e do mundo.  
 
Engana-se, porém, quem acredita que basta "estar bem informado" para se sair bem nas provas. Na verdade, o perfil que as bancas avaliadoras esperam dos vestibulandos é um perfil crítico. E o que seria isso na prática da prova? Alguém que saiba articular acontecimentos atuais com outras matérias, como História, Geografia e até mesmo Biologia, entre outras. 
 
Poderia citar aqui inúmeros canais confiáveis para tanto. Particularmente, o Le Monde Diplomatique é uma boa referência. A publicação traz análises robustas sobre o Brasil e, principalmente, sobre o mundo atual. 
 
Por ser uma edição mensal, este jornal preza pela análise dos acontecimentos. Inicialmente, quando surgiu na década de 1970, o Le Monde Diplomatique era destinado aos diplomatas. Neste sentido, ele ainda mantém esse perfil de trazer os principais acontecimentos mundiais com uma análise aprofundada feita por especialistas. 
 
Contudo, reforço a importância de ler jornais, revistas, canais, entre outros, que "pensam diferente". Isso enriquece o seu repertório, amplia sua visão de mundo e aprimora os seus ideais. Aliás, esse é um requisito básico da democracia: lidar com as diferenças.  
 
Uma outra sugestão seria acompanhar professores das instituições de ensino que você pretende estudar. Muitos desses professores são referência em suas áreas de atuação e publicam conteúdos interessantes, emitindo suas opiniões e análises. Sempre importante, claro, também explorar professores de outras instituições, para construir uma visão mais completa.  
 
Por fim, seja crítico! Reproduzir o pensamento de alguém e não criar o seu próprio pensamento, a sua própria análise sobre os fatos, além de não ser genuíno, empobrece o debate e a evolução das coisas. Pensar por si próprio é uma lição difícil, mas os frutos vindouros valerão a pena, principalmente para obter êxito na prova do vestibular. 

 

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As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19.

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